Alter Bridge


Continuando sobre o assunto da postagem anterior onde falei sobre a banda Creed, vamos hoje falar sobre a banda Alter Bridge, originada nos Estados Unidos em 2004 após o fim da banda Creed.







Fomada por Brian Marshall (baixista), Myles Kennedy (vocalista), Scott Phillips (baterista) e Mark Tremonti (guitarrista), a banda deu início a um som renovado, sem Scott Stapp por perto.


Apesar das turbulências ocorridas no Creed, a banda nova prosseguiu como se nada tivesse acontecido, lançando no total 5 álbums de estúdio e 5 álbums ao vivo, mais de 80 músicas e muitos sucessos pelo mundo.


O sucesso da banda foi tanta que muitos idolatram Myles Kennedy até hoje como um dos melhores cantores de rock do mundo. E de fato posso concordar que seu timbre vocal é único, muita qualidade e técnica são claramente percebidas mesmo em shows ao vivo, é indiscutível não concordar que canta muito.


Apesar da banda estar renovada, ter lançado muitos sucessos e seu som evoluído desde o segundo álbum, pois o primeiro tinha muitas referências ainda vindas do Creed, acredito que muitos fãs assim como eu, da banda Creed, ainda ficaram muito tempo desapontados com o ocorrido, inclusive pelo fato de seus amigos terem abandonado Scott Stapp.


Principalmente por Mark Tremonti, seu amigo e atual ex-amigo, que por várias brigas com Scott Stapp, se cansou dos problemas causados através do vício em álcool e analgésicos de Scott. 
Opinião pessoal sobre o fato: Não seria nesta hora o amigo estar ainda mais ao seu lado e apoiá-lo ao invés de substituí-lo? Fica aí uma reflexão.


Myles Kennedy, salvador ou não? Vendo por dois lados da história, Kennedy foi e é muito importante para a banda Alter Bridge, é uma voz única, que trouxe vida, principalmente é a essência da banda, pois certamente sem sua voz, o Alter Bridge seria mais uma banda de rock como muitas existentes por aí, não querendo desfazer dos outros músicos do conjunto, que são excelentes profissionais, inclusive Tremonti que já foi considerado quarto melhor guitarrista de todos os tempos em 2014.


Por outro lado, eu vejo a entrada de Kennedy como uma resposta covarde ao problema de alcoolismo de Stapp, para se livrarem dos vários fatos ocorridos do passado, era supostamente mais fácil encerrar a banda e criar outra com outro vocalista do que simplesmente enfrentar toda a carga de negatividades que viriam ao apoiar o amigo de banda na luta para cura de uma doença que assola muitas pessoas pelo mundo.


E o Kennedy? De fato, ele não tem nada a ver com isso, ele foi um fantoche que deu certo, foi usado para a formação da Alter Bridge, mas que de fato rendeu e rende muitos frutos até hoje. A banda conta com muitas músicas de qualidade, e não posso não recomendar aos leitores de Follow Metal a não ouví-la, apesar de tudo é uma ótima banda que vale a pena ter em seu setlist.

Para quem tiver interesse em acompanhar ou comprar produtos da banda, segue seu site oficial:


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